Política
Publicado em 28/01/2025, às 12h46 Cadastrado por Daniel Serrano
O Posto da Torre, localizado no Centro e Brasília por ser o posto de gasolina que deu origem a Operação Lava Jato, deflagrada em março de 2014. Na oportunidade, o estabelecimento foi alvo de ação de agentes da Polícia Federal (PF) que investigava um suposto caso de lavagem de dinheiro.
Apesar de todo o escândalo, deputados federais seguiram frequentando o posto de gasolina. Desde o dia em que a Lava Jato foi declarada [17 março de 2014] até o final do ano passado, o estabelecimento atendeu parlamentares em 7.214 oportunidades. Além disso, foram movimentando cerca de R$ 1,12 milhão de dinheiro público no estabelecimento. As informações são do site Metrópoles.
De acordo com a publicação, os gastos foram feitos membros do alto escalão do governo, passando por desconhecidos chegando até a parlamentares investigados pela própria Lava Jato. No entanto, os que mais gastam no local são dos deputados federais, responsáveis por mais de 99% das compras feitas no estabelecimento, totalizando R$ 1.125.681.53 nesse período.
Levando em conta apenas o período em que ocorreu a Operação Lava Jato, entre março de 2014 e fevereiro de 2021, os deputados federais foram responsáveis por gastar R$ 728.788,78 em 5.370 oportunidades. Mais de 780 parlamentares de 39 partidos usaram o dinheiro público, ao longo de três legislaturas diferentes.
Os partidos dos deputados que mais gastaram no local foram:
O dinheiro público gasto no local foi repassado através da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, benefício usado por deputados para despesas do exercício do mandato parlamentar, como gastos com passagens aéreas e combustível. Com isso, o uso da verba, desde que dentro das normas estabelecidas pela Câmara dos Deputados, está dentro da legalidade e não configura alguma irregularidade.
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