Política
O deputado estadual Diego Castro (PL) criticou, nesta terça-feira (22), as decisões do partido da Bahia e considerou ser injustificável o partido não ter lançado candidaturas próprias a prefeito em cidades em que haveria condições reais de disputa, bem como não ter lançado chapas competitivas para vereador. Após ponderar situações específicas como Salvador, Feira de Santana e Ilhéus, por exemplo, disse que "em outras situações não havia justificativa de não lançar uma chapa própria, não fazer uma chapa competitiva de vereadores".
"[Quero] deixar bem claro: não tenho nada contra João Roma [presidente estadual do PL]. A minha crítica não foi a João Roma, não foi à pessoa do João Roma. Nem a ele eu direcionei a crítica. Agora o modelo de gestão atual do diretório estadual [...] não sou ouvido, minha opinião lá pouco importa. Tento e tentei a todo momento construir, agregar; quem me conhece dentro da direita, dentro do ambiente partidário e político, inclusive aqui dentro da Assembleia sabe disso, que eu sou uma pessoa que, apesar dos meus pontos de vista e que eu não abro mão, serem fortíssimos, eu não levo nada para o lado pessoal", disse o deputado estadual.
"Há cenários que eu entendo que a gente deu um passo para trás que mesmo se distanciassem ou mais se aproximassem do nosso projeto como, por exemplo, Feira de Santana. Se a gente lança candidatura, dividiria com Zé Ronaldo e ajudaria quem? O PT. Salvador: o Bruno Reis da mesma forma. Ilhéus: Coronel Resende teve a decisão acertada [...] mas em outras situações não havia justificativa de não lançar uma chapa própria, não fazer uma chapa competitiva de vereadores", concluiu Diego Castro.
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