Política

Diego Castro nega homofobia e invasão de banheiro feminino na UFBA: ‘Eles batem e depois dizem que apanharam’

Confusão entre o deputado estadual Diego Castro (PL) e estudantes da UFBA - Divulgação
Ao Bnews, deputado do PL afirmou que foi à UFBA após denúncia sobre adesivos de Lula e Jerônimo e disse que reagiu em legítima defesa durante confusão com estudantes  |   Bnews - Divulgação Confusão entre o deputado estadual Diego Castro (PL) e estudantes da UFBA - Divulgação
Eduardo Costa

por Eduardo Costa

redacao@bnews.com.br

Publicado em 20/08/2026, às 11h47 - Atualizado às 11h51



Em entrevista ao Bnews, o deputado estadual e candidato à reeleição, Diego Castro (PL), falou sobre a confusão ocorrida entre ele e estudantes da Faculdade de Comunicação da UFBA na manhã desta quinta-feira (20).

Ele afirmou que foi ao local após receber uma denúncia sobre a presença de adesivos em apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Ufba.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews
Eu recebi uma denúncia ontem, no final da noite, de um estudante, de que lá [UFBA] estavam pessoas adesivando todo o equipamento público com adesivos do PT, de Jerônimo, Lula. Ele relatou ainda que sofreu uma intimidação na saída da faculdade e eu decidi ir lá hoje de manhã”, relatou o deputado.

“Quando eu cheguei lá, me deparei realmente com o equipamento todo adesivado e comecei a fazer a remoção dos adesivos. Quando chegou em um determinado local que eu subi para verificar se tinha adesivos, eu fui abordado por um estudante — na verdade, era um militante político — que começou a me intimidar. Começou a botar o dedo na minha cara, questionando o que eu estava fazendo ali, e de repente, quando olhei para trás, já tinham centenas de pessoas”, diz Diego.

O parlamentar negou que tenha cometido homofobia com um aluno e que tenha entrado no banheiro feminino, além de afirmar que as agressões ocorreram em legítima defesa.

“Mentira, eu não entrei em banheiro feminino, isso é uma mentira. A imagem mostra claramente: eu cheguei na dependência próxima a um complexo de banheiros que tinha e mostrei: ‘Olha que contradição! O banheiro para pauta identitária tá bonitinho…’ mostrei a três metros da porta, que estava fechada”, disse o deputado.

Não existiu homofobia. Houve uma discussão, inclusive me chamaram de fascista, me chamaram de filho da p*ta, me chamaram de vagabundo, xingaram minha mãe... Houve de tudo. E nem por isso eu me vitimizei, porque é sempre assim: eles batem e depois dizem que apanharam. Isso é mentira, não houve nenhuma acusação de homofobia, não houve nada disso”, declarou.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)