Política
por Henrique Brinco
Publicado em 13/08/2025, às 17h37 - Atualizado às 17h39
O deputado federal baiano Diego Coronel (PSD), corregedor da Câmara Federal, afirmou que não haverá punição coletiva no caso de deputados bolsonaristas envolvidos em motim da semana passada. "Vamos analisar individualmente. Não vamos tomar uma decisão como se fosse colegiada", declarou, em entrevista para a GloboNews nesta quarta-feira (13). Os parlamentares foram notificados.
"A gente tem que abrir espaço para o contraditório e dar o direito de ampla defesa, (...) consequentemente eles têm cinco dias úteis para apresentar suas defesas. Posteriormente, volta para a Corregedoria para que a gente em até 45 dias possa apresentar o relatório final. Eu gostaria de frisar esse ‘em até’, porque eu não pretendo utilizar esse prazo e não estou pedindo ampliação de prazo", emendou.
Ele afirmou que não estava presente durante a ocupação da mesa e da cadeira do presidente, mas acompanhou o episódio. "Eu não estava aqui na Casa. Estava em uma agenda externa. Acompanhei pelas imagens da Rede Globo", afirmou.
Os deputados denunciados à Corregedoria foram Allan Garcês (PP-MA), Bia Kicis (PL-DF), Carlos Jordy (PL-RJ), Carol de Toni (PL-SC), Domingos Sávio (PL-MG), Luciano Zucco (PL-RS), Nikolas Ferreira (PL-MG), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Marco Feliciano (PL-SP), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Zé Trovão (PL-SC), Marcos Pollon (PL-MS), Júlia Zanatta (PL-SC) e Paulo Bilynskyj (PL-SP).
A deputada Camila Jara (PT-MS) também foi denunciada por agressão pelo deputado Nikolas Ferreira durante a confusão na Câmara e terá seu caso analisado em outra representação, pois se trata de um desdobramento do motim e não da obstrução da Mesa. Ela, contudo, nega a acusação.
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