Política
O senador e coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, Rogério Marinho (PL), descartou que a privatização da Petrobras esteja no plano de governo do filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (18) no encontro com presidenciáveis em Brasília, promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS), Rogério Marinho defendeu a privatização das refinarias na Bahia e no Rio Grande do Norte durante o governo Bolsonaro (2019-2022).
“Houve uma política de concessões que resultou no final de quatro anos de quase um trilhão de reais de investimentos privados e que elevou a relação de investimento com proporção ao PIB de 20%. Naquela época havia segurança jurídica para quem queria investir no Brasil, para quem queria longevidade e ter a condição de verificar se o seu investimento teria retorno”, iniciou o parlamentar.
“Ficamos quatro anos e não privatizaram a Petrobras. Não há nenhum plano para privatizar a Petrobras. Fizemos um trabalho para que algumas refinarias que não estavam no escopo da Petrobras pudessem ser privatizadas, que foi o caso da Bahia e do Rio Grande do Norte”.
Para o senador, o Governo Federal, sob chefia de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem promovido um sufocamento das refinarias privatizadas para que elas possam ser revendidas à Petrobras.
“Estamos assistindo agora um ataque através de uma tentativa de sufocação dessas refinarias para que elas possam ser vendidas à Petrobras. Esse tipo de situação não nos interessa. A Petrobras tem o monopólio do petróleo, vende mais baratas as suas suas refinarias, vende mais cara às que privatizou e depois reclama que o preço final está diferente. Isso é uma artimanha que não pode ser permitida”, avaliou.
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