Política
Publicado em 18/10/2024, às 11h37 - Atualizado às 11h37 Cadastrado por Daniel Serrano
A eleição para a presidência nacional do PT vem causando novo desgaste na relação entre a deputada federal e atual comandante da legenda, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A informação é do Globo.
De acordo com a publicação, líderes do PT dizem que Gleisi vem insuflado a candidatura de um nordestino para assumir a presidente do partido. O objetivo seria enfraquecer o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, aliado de Haddad e apontado como favorito do presidente Lula para o cargo.
O desgaste entre Gleisi e Haddad começou em 2018, quando o presidente Lula escolheu o atual ministro da Fazenda para ser candidato do partido na eleição presidencial daquele ano, após ser preso em Curitiba, pela operação Lava-Jato. A presidente do partido gostaria de ter sido a candidata ou que um nome da sua escolha tivesse sido lançado. Desde então, Haddad passou a ser um dos queridinhos de Lula e a ter um protagonismo no partido, em disputa com o poder institucional de Gleisi.
Aliados da deputada avaliam que deixar Edinho Silva de ser seu sucessor na presidência do PT seria uma forma de o poder nas mãos da ala próxima a Haddad. A rixa entre acontece em meio a um desafio do partido em encontrar um líder para o “pós-Lula”.
Apesar das movimentações de Gleisi, aliados de Haddad garantem que Edinho seguirá como candidato a presidente nacional do PT. O atrito entre eles pode causar um racha em uma das principais correntes do partido, a Construindo um Novo Brasil (CNB), que abriga Gleisi e Haddad.
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