Política

Duodécimo: Prefeitura rebate acusações e orienta Geraldo Júnior sobre “boa gestão do orçamento”

Arquivo CMS
Em nota, a Prefeitura de Salvador informa que os repasses são cumpridos mensalmente na data correta  |   Bnews - Divulgação Arquivo CMS

Publicado em 09/11/2022, às 09h50   Cadastrado por Daniela Pereira



A Prefeitura de Salvador rebateu as acusações do presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS) e vice-governador eleito, Geraldo Júnior (MDB), sobre ajustes no pagamento do chamado duodécimo.

Geraldo Júnior disse ter solicitado ajustes no pagamento do duodécimo, que são os valores de repasses mensais realizados pelo Poder Executivo à Câmara Municipal para realização das despesas aprovadas em seu Orçamento.

De acordo com o presidente, a Prefeitura subestimou em R$22 milhões o Orçamento da CMS e fez repasses abaixo do índice previsto pelo Tribunal de Contas do Município.

Em nota, a Prefeitura de Salvador informa que os repasses são cumpridos mensalmente na data correta e com o valor aprovado pelo próprio Legislativo no ano passado.

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A gestão municipal ainda afirmou estranhar a postura da Presidência da Casa Legislativa e fez orientações sobre em relação a gestão do orçamento público. “Todo o valor do duodécime vem sendo repassado normalmente e, portanto, não há qualquer irregularidade. A Prefeitura ressalta que cabe à Presidência fazer boa gestão do orçamento previsto para a Câmara neste período”, pontuou.

Segundo Geraldo Júnior, três ofícios foram enviados, mas nenhum deles foi respondido, o que foi interpretado como atuação política. “O que fica latente é que eles continuam priorizando a política em detrimento da vida das pessoas, dos servidores de nossa Casa e da população soteropolitana. Ainda não desceram do palanque”, disse o presidente.

Em contrarresposta, a Prefeitura de Salvador negou qualquer tipo de interesse político nos repasses do duodécimo, pontuando que “causa estranheza que a Presidência da Câmara, por outro lado, venha deixando de lado debates que são importantes para a cidade, a exemplo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que deveria ser votada antes do recesso de julho, mas ainda não foi apreciada pelos vereadores por decisão da Presidência da Casa”.

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