Política
por Daniel Serrano
Publicado em 14/10/2025, às 08h36 - Atualizado às 08h36
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, assinou na noite desta segunda-feira (13) o documento que oficializa a sua aposentadoria antecipada da Corte. Com isso, ele seguirá no tribunal até o próximo sábado (18).
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O anúncio da aposentadoria antecipada de Barroso ocorreu na sessão do plenário da última quinta-feira (9), após deixar a presidência do STF. Agora, a Suprema Corte é comandada pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, que ocupam a vice-presidência.
Barroso tem 67 anos e poderia ficar no STF até 2033, quando teria que se aposentar compulsoriamente ao completar 75 anos. No entanto, o ministro vinha dando sinais de que pretendia antecipar a sua saída da Corte ao longo das últimas semanas.
Agora, a expectativa é para saber quem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai indicar para a vaga aberta por Barroso. Esta será a terceira indicação do petista no atual mandato. Anteriormente, o petista já havia indicado os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, que substituíram Ricardo Lewandowski e Rosa Weber, respectivamente.
Atualmente, o favorito de Lula para a vaga deixada por Barroso no STF é o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias. Além dele, também vêm sendo cotados o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apontado como nome de Alexandre de Moraes.
O presidente Lula também vem sendo cobrado para indicar uma mulher para o STF. Entre os nomes que surgiram estão a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Daniela Teixeira, e da procuradora federal baiana Manuellita Hermes.
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