Política
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) teceu críticas a Walter Salles, diretor do filme “Ainda Estou Aqui”. Através das redes sociais, o parlamentar chamou o cineasta de “psicopata cínico” e classificou como “inexistente” o período da Ditadura Militar (1964 - 1985) no Brasil.
“Acredito que o sujeito que bate palmas para prisão de mães de família, idosos e trabalhadores inocentes, enquanto faz filme de uma ditadura inexistente e reclama do governo americano, que lhe dá todos os direitos e garantias para que suas reclamações públicas e mentirosas sejam respeitadas pelo sagrado direito da liberdade de expressão, define, em essência, o conceito do psicopata cínico”, disse o deputado no X, na terça-feira (4).
Vencedor do Oscar 2025 na categoria “Melhor Filme Internacional”, “Ainda Estou Aqui” retrata a busca da advogada Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, pelo marido Rubens Paiva. O ex-parlamentar foi sequestrado e morto durante o regime militar em 1971.
Na publicação, o filho “03” de Jair Bolsonaro diz que Walter Salles “goza de todos o esplendor da democracia da esquerda”. O deputado aproveitou o momento para “alfinetar” o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
“Obs: se qualquer brasileiro fizer essa mesma crítica ao regime instaurado pelo Alexandre de Moraes, que Walter Salles aplaude e legitima, estaria com certeza na cadeia "gozando de todos o esplendor da democracia da esquerda". Deve ser realmente muito difícil viver na ditadura americana”, finalizou.
Há 2 tipos peculiares de psicopatas: o cínico, que disfarça a sua natureza demoníaca, e o escrachado.
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) March 4, 2025
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