Política

Eduardo Bolsonaro revela motivo por ter ficado de fora da posse de Trump

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Eduardo Bolsonaro afirma que Jair Bolsonaro teria recebido tratamento especial se estivesse presente na posse de Donald Trump.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Cadastrado por Daniel Serrano

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Publicado em 21/01/2025, às 11h52 - Atualizado às 11h52



O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) divulgou uma nota em que revela o motivo pelo qual ele e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, terem ficado de fora da posse do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

De acordo com o parlamentar, ele e Michelle ficaram de fora por conta da mudança de local da cerimônia por conta da baixa temperatura registrada em Washington (EUA), que uma temperatura máxima de -2 ºC nesta segunda-feira (20), fazendo com que o evento foi transferido para a Rotunda do Capitólio. Eles estiveram nos eventos Liberty Ball e o Starlight Ball.

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"Devido à transferência da cerimônia para a Rotunda do Capitólio, apenas parlamentares desacompanhados de seus cônjuges, a família Trump, alguns ministros, CEOs de empresas estratégicas e chefes de Estado mais próximos puderam participar. Todos os demais convidados, incluindo o presidente do Paraguai e presidentes de partidos europeus, foram direcionados ao Capital One Arena, local escolhido por Trump para assinar seus primeiros decretos como presidente e discursar ao público", afirmou em nota o deputado federal.

Eduardo Bolsonaro garantiu que, se Jair Bolsonaro (PL) tivesse ido à posse, o cerimonial de Donald Trump teria conferido ao ex-presidente brasileiro "tratamento de chefe de Estado", com acesso ao Capitólio.

Bolsonaro está com o passaporte retido desde fevereiro do ano passado, quando passou a ser alvo da investigação sobre uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A medida, adotada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, tem como objetivo impedir que o ex-presidente deixe Brasil durante a instrução do processo.

A defesa de Bolsonaro chegou a solicitar ao STF uma permissão para que ele reaviesse o passaporte e participar da cerimônia em Washington. Porém, Moraes negou o pedido ao identificar "risco de fuga" devido a declarações do ex-presidente sobre um possível asilo no exterior e negou o pedido.

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