Política
Geraldo Júnior (MDB), vice-governador da Bahia e pré-candidato à Prefeitura de Salvador, com apoio do grupo petista que governa a Bahia e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o rompimento com o grupo político do prefeito da capital baiana, Bruno Reis (União), em 2022, se deu por "decisões políticas que não são convergentes". Mas garantiu que a relação entre eles é respeitosa e civilizada.
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"Eu nunca tive desafetos ou inimigos na vida política. O que acontece entre Geraldo Júnior e Bruno Reis é que nós tomamos decisões políticas que não são convergentes. Nós estamos em lados políticos opostos. Nós nos respeitamos, há uma civilidade na nossa relação. E essas coisas da mudança na política elas são absolutamente naturais. Nós temos o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Havia uma disputa entre o presidente Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin, que era um opositor ferrenho. Hoje é um dos maiores aliados, é o vice-presidente da república, é o ministro de desenvolvimento econômico, de ações do desenvolvimento do país, e vive de forma muito harmônica e é um ponto focal no governo do presidente Lula", afirmou em entrevista à Bahia FM.
Geraldo Júnior relembrou ainda mudanças políticas anteriores que aconteceram na Bahia.
"Nós temos o senador Otto Alencar, que era de uma outra esfera de lado político e é hoje um dos grandes baluartes de equilíbrio do nosso grupo político, o senador Otto Alencar. A mudança, ela é natural. O ex-vice-governador da Bahia, ele participava desse grupo político ao qual eu pertenço. Ele tomou, por opção, ele e seu filho, de estarem ao lado do ex-prefeito da cidade e eu vejo isso como absolutamente natural. A mudança ela é devida e era o que eu deveria ter feito. Tanto eu, quanto meu partido", destacou.
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