Política

Eleições 2026: PSD oficializa Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência da República

Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
O governador de Goiás foi escolhido após disputa interna acirrada entre três governadores, incluindo Eduardo Leite e Ratinho Júnior.  |   Bnews - Divulgação Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 30/03/2026, às 16h29 - Atualizado às 16h45



O PSD confirmou, nesta segunda-feira (30), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato do partido ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano. O anúncio foi oficializado pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, durante coletiva de imprensa em São Paulo nesta segunda-feira (30).

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Caiado foi escolhido para ser o candidato ao Palácio do Planalto depois de uma disputa interna com os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e do Paraná, Ratinho Júnior, que desistiu da disputa na semana passada.

Durante a abertura do anúncio, Kassab classificou a decisão pelo pré-candidato à presidência como "muito difícil" e ao mesmo tempo um "privilégio" por envolver "três excelentes candidatos". 

“O PSD encerrou essa importante etapa de definição do nosso pré-candidato e também candidato à Presidência da República em breve. Uma escolha difícil e essa escolha difícil é um privilégio, porque é um privilégio para o partido ter a oportunidade de definir uma escolha tendo três excelentes candidatos, três governadores muito bem avaliados em seus estados”, afirmou Kassab.

Em seu discurso, Caiado revelou que, caso seja eleito, o primeiro ato será conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso em regime domiciliar condenado por tentativa de golpe.

"Meu primeiro ato vai ser exatamente uma anistia ampla, geral e irrestrita, replicando aquilo que Juscelino Kubitschek soube fazer com muita maestria a todos aqueles que rebelaram realmente em uma verdadeira tentativa de golpe pela Aeronáutica", disse.

Caiado disse ainda que se colocou como candidato pára "pacificar o Brasil" e que "a polarização não é um traço da política nacional" e que pode ser desativada "por alguém que não é parte dela". 

"Eu vim com esse objetivo, de realmente pacificar o Brasil, ao anistiar todos, inclusive o ex-presidente. Eu estarei dando uma amostra que a partir dali eu vou cuidar das pessoas", declarou.

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