Política
O Ministério Público Federal (MPF) arquivou, na segunda-feira (21) a investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um inquérito por supostos crimes como falsidade ideológica eleitoral e o uso indevido do cartão corporativo com motociatas.
A análise do caso foi feita em plenário pela 2ª Câmara de Condenação e Revisão, do MPF, que revalidou o arquivamento anterior do promotor eleitoral Paulo Binicheski. A homologação é assinada pelo subprocurador-geral, Paulo Queiroz.
Em 2022, deputados representaram contra Bolsonaro pelas motociatas durante o período eleitoral. O promotor do caso entendeu que era atipicidade penal, que não constituía gasto eleitoral.
O promotor pediu arquivamento, mas a Justiça Eleitoral não aceitou e mandou para a Câmara de Revisão do Ministério Público Federal, que homologou o arquivamento. O caso, agora, volta para a Justiça para ciência.
Possibilidade de prisão
O arquivamento do MPF vem em um momento delicado para Bolsonaro. O ex-presidente tem possibilidade real de ser preso por conta do descumprimento de medidas cautelares impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
O magistrado deu um prazo de 24 horas para que o ex-presidente se explicasse, horas após falar com a imprensa na saída da Câmara.
Na segunda-feira (21), Bolsonaro circulou livremente pelos corredores da Câmara e teceu críticas às restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a passagem pelo Congresso, o ex-presidente exibiu a tornozeleira eletrônica.
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