Política

Empresário preso com dinheiro na cueca firmou contrato com Ministério da Saúde

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Voare, empresa de Renildo Lima, defende a legalidade de suas operações  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 04/04/2025, às 09h53



O empresário Renildo Evangelista Lima, que foi preso com mais cinco pessoas pela Polícia Federal (PF), no mês de setembro do ano passado, com R$ 500 mil, parte dessa quantia na cueca, firmou quatro meses depois um contrato de R$ 15,8 milhões com o Ministério da Saúde. Segundo a coluna de Paulo Cappelli do portal Metrópoles, o acordo feito em janeiro deste ano com duração de 12 meses prevê a prestação do serviço de transporte aéreo ao Sistema Único de Saúde (SUS) na Terra Yanomami, no Norte do Brasil.

Renildo, que é dono da Voare Táxi Aéreo e marido da deputada federal Helena Lima (MDB-RR), conhecida como “Helena da Asatur”, foi detido após uma denúncia de compra de votos.  A parlamentar mostra nas redes sociais proximidade com o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), e com a antecessora dele, Nísia Trindade, que deixou o cargo em fevereiro.

A Voare afirmou que a operação da PF foi "ilegal" e que  Renildo “obteve decisão judicial favorável que garante sua liberdade e forneceu toda a documentação às autoridades envolvidas para comprovar a ilegalidade na ação da Polícia Federal”. O Ministério da Saúde ainda não se manifestou. 

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