Política
por Natane Ramos
Publicado em 03/11/2025, às 20h54
Nesta segunda-feira (3), Flávio Dino negou o pedido de Márcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, ex-líder do Comando Vermelho, e pelo jornalista Roberto Cabrini para que o pai de Oruam concedesse uma entrevista à TV Record, realizada dentro a Penitenciária Federal de Campo Grande.
O pedido foi protocolado na segunda-feira (27), antes da megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou mais de 120 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
A defesa de Marcinho e Cabrini apontou uma suposta tentativa de censura de Dino. O ministro reforçou que a decisão da 5ª Vara Federal de Campo Grande não violou a liberdade de imprensa.
"[A decisão] limitou-se a indeferir o pedido de ingresso de jornalista em estabelecimento prisional federal de segurança máxima, com fundamento na necessidade de preservação da ordem, da disciplina e da segurança internas, bem como na proteção do próprio preso contra exposição sensacionalista", alegou Flávio Dino.
O ministro disse que a decisão só deve ser questionada por meio de recursos às instâncias inferiores. Trata-se, portanto, de decisão proferida no âmbito da execução penal, voltada ao resguardo da segurança pública e à manutenção da estabilidade do sistema penitenciário federal, o que não se confunde com restrição à liberdade de imprensa em sentido constitucional", relatou.
No entanto, a defesa do jornalista e do ex-líder do CV explicou que a entrevista teria regras e que seria para ouvir Marcinho falar sobre "a própria prisão, seu anseio pela liberdade, bem como as emoções e sentimentos decorrentes do sucesso de seu filho, o artista Oruam, e o desejo pessoal de um pai de poder, um dia, assistir a uma apresentação do próprio filho".
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