Política
Publicado em 06/01/2025, às 07h40 - Atualizado às 07h44 Yuri Pastori
O cantor sertanejo Gusttavo Lima se lançou como possível candidato à presidência da República em 2026 e gerou muita repercussão. Para o cientista político Felipe Nunes, CEO da Quaest, ouvido pela coluna de Malu Gaspar em O Globo, o desejo de Gusttavo Lima evidencia o que chama de “era da política pop”. Lima estaria tentando ocupar o lugar do ex-coach Pablo Marçal (PRTB)
Segundo o cientista, a "era da política pop" é uma época em que os campos da política e do entretenimento se aproximam e as redes sociais influenciam no debate público. Na disputa pela prefeitura de São Paulo nas últimas eleições foi possível ver isso.
O desafio do Gusttavo Lima é tentar ser o novo Pablo Marçal, ocupar no jogo nacional o lugar que o Marçal ocupou na eleição de São Paulo”, compara Nunes.
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Lima ainda não está filiado a nenhum partido político. O anúncio foi visto como 'traição' pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). O cantor sertanejo já revelou um desejo de se reunir com Lula e Bolsonaro, principais líderes do país nos últimos anos, para entender os problemas do Brasil.
A Quaest ainda não decidiu se vai testar o nome de Gusttavo Lima nas próximas sondagens envolvendo a disputa pela presidência da República. "A lei eleitoral só exige a inclusão de nomes filiados a partidos e pré-candidatos no período eleitoral. Antes disso, não há qualquer regulamentação", explica Nunes.
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