Política
O ativista Paulo Galo, conhecido por liderar protestos de entregadores por melhores condições de trabalho durante a pandemia, afirmou que o ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) “se vendeu como um cara certinho”, ponto que auxiliou na derrota do psolista nas eleições municipais de 2024.
“Essas eleições foram a subjetividade contra a materialidade. O Boulos era o playboy branco hippie dizendo que é antirracista, antimachista, anti-homofóbico. Isso é da hora. Só que o povo não se emociona com isso daí. Se você fala que tem emprego, aí vai ganhar atenção”, disse o ativista em entrevista ao UOL.
"Na eleição, Marçal falou mentiras, Nunes falou mentiras e Boulos falou algumas verdades misturadas com mentiras, como a ideia de que entregador de aplicativo é 'empreendedor'. A gente sabe que não é como ele pensa, mas ele falou para ganhar eleitorado", complementa.
Paulo Galo alega ao portal que o discurso da direita “dominou a quebrada”. O ativista alega que "hoje a direita está mancomunada com o crime".
“Hoje em dia o crime faz o trabalho de base na periferia. Dá cesta básica, cola telha nas casas, dá curso de muay thai. E não faz isso porque é 'bonzinho', é para montar uma base eleitoral e depois vender”, disse Paulo Galo.
“A direita vê o pobre como um animal que precisa ser encarcerado e assassinado. E boa parte da esquerda enxerga o pobre como um animal que precisa ser domesticado. Se não conseguir domesticar, abandona esse animal na rua também”, acrescenta.
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