Política
O ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu se “precaver” ao divulgar uma carta em apoio a candidatura do filho, Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. De acordo com aliados, a atitude ocorreu devido a um temor do ex-presidente de não ter a oportunidade de “abençoar” o filho na disputa ao Palácio do Planalto.
Segundo a coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, interlocutores revelaram que Jair Bolsonaro considerou os riscos da cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral. Mesmo sendo considerado um procedimento de baixo risco, o ex-presidente se mostrou receoso sobre a intervenção.
Na última semana, Bolsonaro desistiu de conceder uma entrevista ao Metrópoles. A atitude foi vista como uma possível hesitação do ex-presidente de confirmar o apoio ao filho “01”.
A carta de Jair Bolsonaro foi divulgada na manhã do feriado de Natal, 25 de dezembro. Em um dos trechos, ele conta que tomou a decisão de escolher Flávio como sucessor de forma “consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representatividade daqueles que confiaram” nele.
“Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio filho, para manter viva a chama do nosso Brasil. Tenho fé em uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representatividade daqueles que confiaram em mim”, escreveu.
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