Política

BASTIDORES: Estratégia política redesenha comando da CCJ na Câmara de Salvador; saiba detalhes

Antonio Queirós
Comissão é considerada a mais poderosa dentro da casa legislativa  |   Bnews - Divulgação Antonio Queirós
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 23/02/2026, às 18h22 - Atualizado às 18h25



Considerada a mais poderosa dentro da Câmara Municipal de Salvador (CMS), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sofrerá mudanças em 2026. Atualmente presidida pelo vereador Sidninho (PP), a ideia é que o colegiado adote um tom mais calmo e técnico sob um novo comando. 

A mudança na CCJ ocorre em meio a uma insatisfação, principalmente do presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB), com o tom adotado por Sidninho. O perfil combativo e independente do vereador não agradou o tucano e, até mesmo, alguns edis.

Para dar uma repaginada na CCJ, que é a responsável por analisar a legalidade e a técnica de propostas apresentadas à casa legislativa, o nome de Alexandre Aleluia (PL) passou a ser ventilado para ocupar a presidência da comissão. 

Em reservado, vereadores pontuaram que a escolha de Aleluia teria como base a boa relação do edil com Carlos Muniz, algo imprescindível diante de tantas pautas polêmicas na CMS, além do pré-candidato a deputado ser bem relacionado com outros setores para além da Câmara. 

Pesa também a favor de Aleluia ter presidido a CCJ em outro momento. À época, o seu comando à frente da comissão ocorreu sem conflitos. 

Durante a sessão ordinária desta segunda-feira (23), Carlos Muniz anunciou que a reunião para a escolha da CCJ será realizada às 09h30 de terça-feira (24). 

Classificação Indicativa: Livre

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