Política

Estudo para concessão do Porto da Ford avança e BYD pode ser beneficiada; entenda

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Montadora chinesa é um das empresas interessadas na utilização do equipamento  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Anderson Ramos

por Anderson Ramos

Publicado em 31/07/2025, às 18h10 - Atualizado às 18h50



O estudo que vem sendo feito pela BahiaInveste (Empresa Baiana de Ativos) para viabilizar a concessão do terminal portuário Miguel de Oliveira, antigo Porto da Ford, no município de Candeias, Região Metropolitana de Salvador, para a iniciativa privada, está em estágio avançado.

Conforme informou o diretor-presidente da estatal, Paulo Guimarães, em entrevista ao programa De Cara Com o Líder, da Rádio Baiana FM (89,3 FM), na quinta-feira (31), muitas empresas mostraram interesse na utilização do equipamento e uma delas é a montadora de carros eletrificados BYD.

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“A nossa ideia é que terminada essa fase de estudo, a gente faça uma concessão e a BYD é uma das empresas interessadas na parceria com outras empresas. Ela não é autoridade portuária, ela será uma grande usuária do porto, mas a ideia é que se façam investimentos ali para que se atenda a crescente demanda industrial ligada aos renováveis, não só equipamentos eólicos, mas solares, automóveis e a possibilidade de combustíveis renováveis”, revelou Guimarães.

Ideia antiga

A ideia de permitir que BYD utilizasse o Porto da Ford já tinha sido revelada pelo governador Jerônimo Rodrigues no ano passado. O antigo Porto da Ford segue parado desde 2021, quando a montadora norte-americana encerrou as atividades no país.

O porto tem 18,7 hectares, com capacidade para movimentar até seis mil veículos, e conta com rampas que permitem a operação de dez caminhões cegonha de uma só vez. Também recebe navios com até 200 metros de comprimento.

Em novembro do ano passado, foi iniciado o processo de instalação de barreiras de contenção ao redor da área do píer e da ponte de acesso de uso privado ao terminal.

Além disso, também devem ser feitas obras de melhoramento do acesso ao equipamento, justamente para atrair mais boas ofertas de operação para o terminal portuário.

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