Política
por Héber Araújo
Publicado em 10/10/2025, às 19h49
O órgão norte-americano de controle das fronteiras, U.S. Customs and Border Protection (CBP) afirmou, nesta sexta-feira (10), que o ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, não esteve nos EUA em 30 de dezembro de 2022.
Em comunicado, a entidade disse que o Supremo Tribunal Federal (STF) errou.
“A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA anunciou que realizou uma análise completa das evidências disponíveis referentes às alegações de entrada nos Estados Unidos do cidadão brasileiro Filipe Martins em 30 de dezembro de 2022. Após a conclusão da análise, foi determinado que o Sr. Martins não entrou nos EUA naquela data”, disse.
A viagem foi usada como justificativa para manter o ex-assessor preso por seis meses em 2024. Ele é réu como membro atuante da trama golpista, integrando o chamado “núcleo 2” do grupo que planejou manter o ex-presidente no poder.
Após a conclusão, o comunicado divulgado pelo governo dos Estados Unidos ainda afirmou que Moraes errou ao usar registros errados para justificar a prisão de Martins.
“Essa conclusão contradiz diretamente alegações feitas pelo juiz da Suprema Corte, um indivíduo que recentemente foi sancionado pelos EUA por violações dos direitos humanos contra o povo brasileiro. A Inclusão desse registro incorreto no sistema oficial está sob investigação”, disse.
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