Política
por Héber Araújo
Publicado em 19/03/2026, às 15h50 - Atualizado às 17h31
Uma ex-assessora de Flávio Bolsonaro (PL), quando o senador exercia um mandato à frente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), foi denunciada por participar de um esquema de lavagem de dinheiro. Segundo denúncia do Ministério Público do Rio, divulgada nesta quinta-feira (19), a acusada é Raimunda Veras Magalhães.
Ela atuou como assessora do presidenciável entre abril de 2016 e novembro de 2018. Conforme a denúncia do MP-RJ, ela é acusada de participar do esquema criminoso do filho, o miliciano Adriano de Nóbrega, morto em 2022, após uma operação policial.
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O nome da assessora constava em uma rede de empresas e de pessoas que eram usadas para “receber, movimentar e ocultar valores oriundos do jogo do bicho”.
“Entre os empreendimentos de fachada constam um depósito de bebida, um bar e um restaurante. Os investigadores se depararam com um quiosque de serviços de sobrancelha localizado em um shopping na zona norte, cuja conta registrou, em seis meses, aproximadamente R$ 2 milhões em créditos”, ponta a denúncia do MP.
Raimunda foi uma das denunciadas no esquema de raspadinhas, que haviam sido atribuídas ao senador, no período que esteve na Alerj. Conforme o MP-RJ, o Adriano controlava pontos de jogo do bicho em Copacabana em associação com o bicheiro Bernardo Bello. Rachando a ter cerca de R$8,5 milhões e uma das empresas de fachada.
Durante a operação, intitulada “Legado” dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão contra integrantes de organização criminosa. O grupo era liberado a Adriano, que acabou sendo substituído após sua morte. Ao todo, 19 pessoas foram presas, dentre as quais está o deputado federal Juninho do Pneu (União Brasil).
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