Política
Publicado em 26/09/2024, às 07h34 - Atualizado às 07h36 Yuri Pastori
O ex-ministro Silvio Almeida foi denunciado à Procuradoria Geral da República (PGR) por duas ex-servidoras do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Elas acusam Almeida de injúria e difamação. Além disso, a representação aponta uso dos canais oficiais de comunicação do governo para fins particulares. As informação são do Uol.
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Elas foram citadas em uma nota pública da pasta para rebater as acusações de assédio sexual contra o ex-ministro. O ministério citou as duas servidoras na nota, sem apresentar provas, sobre suspeitas de interferência da organização Me Too, responsável por divulgar os casos de assédio sexual de Almeida, em uma licitação para o serviço do Disque 100, usado para denúncias dessa natureza.
Kelly Garcêz era coordenadora-geral do Disque 100 e Iany Brum era também coordenadora do serviço. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reclamou em reunião, que acabou com a demissão do ministro, que ele havia usado a estrutura do ministério para fazer a sua defesa pessoal.
O relator do inquérito é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. O procurador-geral da República, Paulo Gonet ainda não se manifestou. A defesa de Silvio Almeida disse que não iria se manifestar.
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