Política
Após trabalhar com quatro presidentes, a primeira e única mulher a chefiar o Ministério do Trabalho no Brasil (1989-1990) e ex-ministra da Indústria e Comércio (1995-1996), a economista Dorothea Werneck, 78, lança a obra biográfica "Aprendendo e Vivendo: Uma Biografia Contada por Histórias e Versos", em que reúne causos de sua trajetória acadêmica, política e pessoal.
Receba as principais notícias de Política no canal do BNews no WhatsApp
Ela ficou famosa no imaginário popular através da paródia Doroféia Ieneck, interpretada por Nádia Maria na Escolinha do Professor Raimundo (TV Globo), personagem de cabelo volumoso e bordão "Eu quero é mais!", que ela adorava.
Dorothea define-se como "profissional" e não como "política". Ela avaliou a atuação dos chefes do Executivo com base na capacidade técnica, capacidade executiva (gestão) e habilidade política.
Ela avaliou o presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) como um técnico impecável, mas que pecou na gestão. Segundo ela, ele ouvia um grupo muito restrito e costumava tomar decisões de áreas sem ouvir o ministro responsável.
De acordo com a economista, Fernado Colllor de Mello foi o melhor executivo que ela já teve, pois ele sabia cobrar, reunir a equipe e fazer as coisas acontecerem. No entanto, não tinha habilidade política.
Ela avaliou negativamente Jair Bolsonaro. Dorothea diz que o ex-presidente tem uma técnica baixíssima, capacidade executiva nula e habilidade política voltada para a destruir em vez de construir.
Luiz Inácio Lula da Silva é visto como equilibrado. Para ela, ele adquiriu bagagem técnica e política no sindicalismo. Na gestão, o petista cede algumas vezes ao loteamento partidário, mas é focado e "sabe o que quer".
Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no Youtube
Classificação Indicativa: Livre
Samsung top
Lançamento
Imperdível
Super desconto
cinema em casa