Política
A direção nacional do Democracia Cristã (DC) admite que o cenário é desfavorável para viabilizar a candidatura de Joaquim Barbosa ao Palácio do Planalto. Segundo o presidente da legenda, João Caldas, ainda há tentativas de reverter a situação até o prazo das convenções partidárias, em 5 de agosto, mas as perspectivas são limitadas. “Ainda estamos tentando, mas não está fácil. Temos até 5 de agosto, prazo para realizar a convenção que pode definir o nome do candidato a presidente, mas está muito difícil”, afirmou ao site Poder360.
O DC havia lançado inicialmente o ex-deputado Aldo Rebelo como pré-candidato à Presidência, mas mudou de estratégia em maio para apostar no nome de Joaquim Barbosa. A decisão provocou reação de Rebelo, que classificou a indicação como “clandestina”. Desde então, Barbosa não fez manifestações públicas sobre a possível candidatura e aguardava que o partido apresentasse um projeto eleitoral com alianças e estrutura para a campanha.
Na tentativa de fortalecer a chapa, o Democracia Cristã buscou uma composição com o PSDB, mas as negociações não avançaram. Os tucanos também decidiram não lançar candidato ao Planalto, retirando da disputa o nome do deputado federal Aécio Neves. Com isso, a tendência é que o DC oficialize até 5 de agosto a desistência da candidatura de Joaquim Barbosa.
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