Política
A defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) informou na segunda-feira (28) ao ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), que ele confirmou o interesse em cooperar com as autoridades competentes, "possivelmente por meio de colaboração premiada".
O banqueiro está preso preventivamente no Complexo Penitenciário da Papuda desde o último dia 16, e na petição, os advogados Eugênio Aragão e Davi Tangerino solicitaram que Costa seja transferido para outro local.
Segundo a defesa, a sinalização do ex-dirigente do Banco de Brasília ocorreu "no limite do quanto se possa conversar no espaço reservado aos encontros com seus advogados (parlatório)".
O documento cita ainda a necessidade de se fazer uma avaliação técnica quanto à possibilidade de eventuais relatos e fontes de prova atingirem patamares suficientes para apresentar a proposta de colaboração premiada. As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
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