Política

Ex-presidente do TST acusa “banda podre” do STF de tentar salvar Moraes e critica Fachin

PUC Campinas / Divulgação / Arquivo
Almir Pazzianotto faz duras críticas a ministros do STF, destacando a tentativa de neutralizar a atuação de André Mendonça em meio a polêmicas  |   Bnews - Divulgação PUC Campinas / Divulgação / Arquivo
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 03/09/2026, às 21h47 - Atualizado às 22h00



O ex-ministro e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Almir Pazzianotto, fez duras críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite desta quinta-feira (3), em publicações feitas em sua conta no X. As declarações ocorrem em meio ao embate entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça em meio às investigações do escândalo do Banco Master.

Em uma das publicações, Pazzianotto afirmou que setores do STF tentariam “neutralizar” a atuação de Mendonça, a quem classificou como uma voz independente dentro da Corte. “O comportamento da banda podre do STF não poderia ser outro. Tentará neutralizar a voz independente do Ministro André Mendonça, que tem coragem de ser fiel à toga que veste. Resta-lhe o apoio da opinião pública. Os brasileiros de bem devem estar preparados para defendê-lo”, escreveu Pazzianotto.

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Em outra publicação, o ex-ministro questionou se o presidente do STF, Edson Fachin, faria parte do que chamou de “banda podre” da Corte. “O presidente Edson Fachin pertence à banda podre do STF? Dentro de algumas horas ficaremos sabendo. S. Exa. decidirá como deseja entrar para a História do Poder Judiciário brasileiro. Como magistrado íntegro, ou como aliado à corrupção? A Nação aguarda pela resposta de S. Exa”, pontuou o ex-ministro do TST.

Pazzianotto também relacionou o atual cenário no STF à Operação Lava Jato e às decisões que anularam as condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “A banda podre do STF está em busca de filigrana processual para salvar Alexandre de Moraes. Assim foi feito com a Operação Lava-Jato, para eleger Lula. O instrumento usado foi o Ministro Edson Fachin. A opinião pública deve estar alerta e impedir que volte a acontecer”, comentou o ex-magistrado.

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