Política
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defendeu, neste sábado (7), a mobilização da sociedade contra a extrema-direita e a favor da democracia. As declarações ocorreram durante o lançamento do livro “Capitalismo Superindustrial”, em São Paulo.
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O candidato preferido de Lula e do PT para a disputa pelo governo de São Paulo participou de uma mesa de debate, no Sesc 14 Bis, com o cientista político Celso Rocha de Barros e a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz. Haddad comparou seu novo lançamento com uma obra autoral da década de 1990.
Por que esse livro é mais otimista? Porque a extrema-direita já ascendeu. E eu não acredito que a humanidade vai ficar parada. Então, é um otimismo mitigado por uma esperança de que a gente se mobilize contra a extrema-direita e faça alguma coisa útil das nossas vidas”, explicou o ministro.
A obra faz uma revisão de estudos de mestrado e doutorado de Haddad, nos anos 1980 e 1990, em que ele atualiza algumas teses sobre o capitalismo. O ministro da Fazenda relaciona o conceito de “capitalismo superindustrial” com aspectos mais contemporâneos do pensamento progressista.
Embora venha sendo pressionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e por setores do PT para disputar as eleições de outubro deste ano, Haddad já declarou que não pretende concorrer a nenhum cargo político.
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