Política
por Rebeca Santos
Publicado em 09/05/2026, às 12h51
João Amaral Bertolucci, filho do delegado da Polícia Federal Marcelo Bertolucci (assessor de Flávio Bolsonaro no Senado), foi exonerado “por engano” do cargo que ocupava na Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade do governo do Rio de Janeiro.
João foi nomeado em julho de 2024, ainda no governo Cláudio Castro. Na época, ele tinha 18 anos e foi contratado como assistente no gabinete do então secretário Bernardo Rossi, com salário de R$ 8 mil por mês.
Ele saiu da secretaria na última segunda-feira (4), durante uma onda de exonerações feitas pelo governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto.
Presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Couto está cortando gastos públicos, acabando com cargos fantasmas e indicações políticas. Até sexta-feira (8), 1.754 pessoas já haviam sido exoneradas.
A Secretaria de Ambiente informou à coluna Metrópoles que a exoneração de João aconteceu “por engano” e que ele foi reintegrado no dia seguinte.
A movimentação aparece no Diário Oficial. Mesmo ocupando o cargo de assistente, não há nenhum documento assinado por ele no Sistema Eletrônico de Informações (SEI).
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