Política
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a defender, em entrevista ao portal Uol, a PEC da Blindagem, que prevê que senadores e deputados só possam ser investigados com autorização do Legislativo.
O filho de Jair Bolsonaro participou junto com o senador Magno Malta (PL-ES) do congresso "Brasil: democracia ou ditadura?", realizado em Roma por apoiadores do ex-presidente. Além disso a comitiva bolsonarista visitou a deputada Carla Zambelli (PL-SP), que está presa na penitenciária feminina de Rebibbia.
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Flávio reagiu quando questionado se a proposta não abriria caminho para a impunidade. "Quem pune o ministro do Supremo que comete crime? Ninguém, né? Tá respondida sua pergunta", disse.
As votações são influenciadas por pressão de políticos do Supremo. (...) A partir do momento que o ministro do Supremo abre um processo contra parlamentares por nada, está colocando atrás das grades parlamentares por nada. Me parece o único instrumento razoável que tem sobrevivência do Poder Legislativo. Essa PEC, para mim, é a PEC da sobrevivência, não a PEC da impunidade", afirmou.
Durante o evento, ele disse que a proposta é essencial para preservação do Legislativo brasileiro. Flávio está confiante na aprovação de uma anistia "ampla, geral e irrestrita" e atribuiu a crise política no Brasil ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O parlamentar defendeu o impeachment do magistrado.
A culpa é exclusivamente do Alexandre de Moraes. E não se resolve o problema porque o Lula é um incompetente, um canalha. Ele prefere a imagem dele melhorando do que o Brasil melhorando", disse.
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