Política
por Rebeca Santos
Publicado em 01/07/2026, às 07h08
Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, admitem que a escolha da vice na chapa, que deverá ser uma mulher, se transformou em um verdadeiro "quebra-cabeça".
O desafio é equilibrar o nome mais adequado com as concessões necessárias para garantir o apoio de três das principais legendas do Centrão: Republicanos e a federação formada por União Brasil e Progressistas (PP).
Segundo o Metrópoles, o nome preferido por Flávio é o da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques. Filiada ao Republicanos, a escolha reforçaria a presença do partido presidido por Marcos Pereira na aliança.
Apesar do favoritismo, essa opção carrega um risco: poderia enfraquecer as chances de atrair o apoio do PP e do União Brasil, que têm como preferência a senadora Tereza Cristina (PP-MS) para o posto de vice.
Diante do impasse, o Republicanos avançou nas conversas com o senador em troca do compromisso dele de apoiar candidatos da legenda em quatro estados.
O PP, porém, apresenta maior resistência. A própria Tereza Cristina tem demonstrado pouco entusiasmo com a ideia de compor como vice de Flávio e mira a presidência do Senado.
O presidente do partido, senador Ciro Nogueira, também não demonstra simpatia pela aliança.
Ciro nunca escondeu sua preferência pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como candidato do bolsonarismo à Presidência. Além disso, o cacique do PP teria ficado insatisfeito com a postura adotada por Flávio durante a operação do Caso Master.
As negociações seguem em curso, e a definição da vice deve ser um dos principais termômetros da capacidade de Flávio Bolsonaro de unir o Centrão em torno de sua candidatura.
Classificação Indicativa: Livre
Baita desconto
som poderoso
cinema em casa
Qualidade JBL
Top dos Tops