Política

Flávio e Lula miram votos da terceira via e redução de abstenções no 2º turno

Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro e Ricardo Stuckert/Campanha de Lula
Disputa presidencial teve diferença de apenas 1,87 ponto percentual no primeiro turno  |   Bnews - Divulgação Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro e Ricardo Stuckert/Campanha de Lula
Eduardo Costa

por Eduardo Costa

redacao@bnews.com.br

Publicado em 07/10/2026, às 07h21



A forte polarização entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), evidenciada com o resultado do primeiro turno da eleição presidencial, gerou pontos de alarme para a campanha dos presidenciáveis.

O resultado de 47,03% dos votos para o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e 45,16% ao petista, representou a menor diferença percentual em um primeiro turno desde a redemocratização.

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Outros 7,81% dos votos válidos foram destinados para outros candidatos.

Agora, a campanha de ambos focam em tentar reduzir abstenções, atrair os eleitores da terceira via e aumentar os percentuais de rejeição do rival.

Para Flávio, o desafio é consolidar  a liderança e garantir a migração de votos de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Até o momento, Zema e Caiado já declararam apoio à candidatura de Flávio.

Já Lula, irá buscar reduzir o número de ausentes nas eleições, que foram 33,4 milhões. Apenas no nordeste, principal reduto do petista, 8 milhões de pessoas se abstiveram do voto.

Neste ano, os estados onde Lula liderou marcaram abstenções abaixo da média de 21,08%. A Bahia, por exemplo, registrou 19,97% de ausentes, ou 2,2 milhões de pessoas.

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