Política
A líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Aladilce Souza (PCdoB), criticou a forma com que a Prefeitura de Salvador enviou o projeto de lei com a proposta de reajuste dos professores municipais.
A vereadora relatou que a proposta chegou na Casa na tarde da última sexta-feira (16) e que uma edição extra do Diário Oficial convocou uma reunião conjunta das comissões para a tarde desta segunda (19) para analisar a proposta e tentar chegar em um acordo para votação, o que não aconteceu.
“Nós fomos surpreendidos. Essa movimentação por parte da prefeitura começou na sexta-feira e hoje, ao chegar aqui, é que nós fomos abordados pelo líder do governo, que veio saber se havia acordo para fazer a reunião conjunta. Eu, como não fui consultada antes, disse, obviamente que não havia acordo. Acordo é quando você senta, conversa, explica e eu não tive nenhum tempo de conversar”, criticou a vereadora.
Aladilce informou que pediu vistas para poder analisar melhor o projeto, e que terá o prazo de 72 horas antes que a matéria seja colocada para votação.
“Desde 2018 que os professores reivindicam o pagamento desse piso. É um piso instituído por uma lei nacional que a Prefeitura de Salvador não cumpre. Então, essa é uma oportunidade da prefeitura dizer como pretende cumprir, quando pretende cumprir, porque não tem outra alternativa a não ser cumprir a lei federal”, pontou a vereadora.
No último dia 6, os professores decretaram greve geral por tempo indeterminado na rede municipal da capital baiana. Além do pagamento do piso, a categoria cobra da Prefeitura de Salvador, melhores condições de trabalho, infraestrutura digna nas escolas, respeito à saúde dos professores e respeito à aposentadoria.
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