Política
A deputada federal Erika Hilton (PSOL) afirmou ter sido “ingênua” ao contratar dois maquiadores para trabalhar em seu gabinete na Câmara. Em entrevista ao UOL News, a parlamentar defendeu não ter feito “nada de ilegal”.
“Talvez houvesse, sim, ingenuidade — a ingenuidade de alguém que não estava agindo fora da lei, que não estava cometendo nenhum tipo de crime. Quando não estamos fazendo nada ilegal, ou nada que possamos nos envergonhar no futuro, agimos com naturalidade”, pontuou a deputada para o canal UOL.
“Fui ingênua ao não tomar os cuidados necessários para evitar que narrativas fossem construídas. Estamos totalmente tranquilos e fazendo tudo correto. Mas a gente precisa tomar cuidado, porque, do lado de lá, a verdade não importa”, acrescentou.
A polêmica em torno de Erika Hilton ganhou repercussão nesta semana. Em seu gabinete, a psolista mantém os profissionais de beleza, Índy Cunha Montiel da Rocha e Ronaldo César Camargo Hass como assessores parlamentares com remuneração de R$ 2.126,59 a R$ 9.678,22 respectivamente.
Segundo Érika, os contratados fazem, “de maneira esporádica” as suas maquiagens. A deputada ressalta que o serviço ocorre fora do horário combinado de trabalho e que eles fazem parte do “núcleo duro” de seu mandato.
“São excelentes maquiadores, mas são excelentes profissionais, inclusive um deles é formado em arquitetura e urbanismo. Ambos são bastante importantes na construção de algumas políticas públicas que nós já, inclusive, transformamos em leis”, destacou.
“Nada foi feito às escondidas, nada por debaixo do pano. Nada feito de maneira errada ou criminosa, tudo às claras, finalizou a psolista.
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