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Fundador do BTG Pactual se reuniu com secretário de Trump para pedir fim de tarifas e sanções; saiba mais

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Encontro entre André Esteves, do BTG Pactual, e secretário de Trump ocorreu em novembro  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Redação BNews

por Redação BNews

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Publicado em 13/12/2025, às 10h38



O chairman e fundador do BTG Pactual, André Esteves, se reuniu com o secretário de Tesouro Americano, Scott Bessent, para debater sobre o tarifaço dos EUA aplicados a produtos brasileiros e também sobre as sanções da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. As informações são da coluna Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

O encontro entre eles ocorreu em 18 de novembro. Dois dias depois, em 20 de novembro, o presidente Donald Trump anunciou a suspensão das tarifas e, nesta sexta-feira (12), retirou Moraes da lista de sancionados com base na Lei Magnitsky.

Ao longo do encontro com o secretário norte-americano, Esteves afirmou que as tarifas prejudicavam os dois países e alertou para o potencial risco aos bancos brasileiros, que teriam que seguir as regras da Lei Magnitsky.

De acordo com a coluna, o banqueiro relatou detalhes da conversa para o presidente Lula, para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e para ministros do STF. 

Fim das sanções

Após quase cinco meses, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, foram retirados da lista de alvos da Ofac (Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA) nesta sexta-feira (12). 

A decisão do governo dos Estados Unidos implica no fim das restrições financeiras e territoriais que impediam Moraes de transitar, fazer negócios ou possuir propriedades nos EUA. As punições também foram revogadas para Viviane Barci e o Lex Instituto de Estudos Jurídicos Ltda., ligado à família do ministro.

Moraes foi incluído na lista de sanções no final de julho, com a acusação de violação dos direitos humanos devido à sua atuação no caso envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. As sanções também estavam ligadas à sua decisão de retirar do ar conteúdos de redes sociais que envolviam usuários baseados nos Estados Unidos.

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