Política

Gays e conservadores, casal de influenciadores afirma que a homofobia está enraizada na esquerda

Reprodução/Instagram @gayscomlucidez
João Vicente Lobo e Ygor Lobo Czovny são fundadores do prefil "Gays com Lucidez" onde debatem política conservadora  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Instagram @gayscomlucidez
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 15/11/2025, às 07h30



O casal composto pelos medicos João Vicente Lobo e Ygor Lobo Czovny tem ganhado destaque nas redes sociais devido a seu perfil nas redes sociais, onde tem feito análises políticas. Autointitulados “Gays com Lucidez”, o casal afirma estar buscando ajudar a comunidade gay “a pensar com lucidez e valores conservadores”. 

Segundo os influenciadores, as pautas políticas as quais mais se identificaram são justamente as mais conservadoras e que é mentirosa a afirmação da esquerda que “não existe gays de direita”. “A esquerda sempre ocupou a frente e domina as narrativas dentro das comunidades gays”, declaram, em entrevista para a Revista Oeste. 

“Existia ali atras um grande ponto que são as feridas emocionais que distanciavam o indivíduo do núcleo familiar. Uma vez destacado por questões que a própria mídia criou de um olhar mais conservador, que punia, esse bloco da esquerda puxou esses membros para essa sigla que não para de crescer”, continuam.

Segundo eles, a homofobia está enraizada dentro da esquerda que, sistematicamente, caracteriza os conservadores como pessoas brancas, abastadas, do agro e que não vão aceitar homossexuais como forma de dominação. Neste contexto, o casal afirmou que aqueles que não se enquadram neste contexto sofrem o preconceito de dentro da comunidade. “Pura hipocrisia”, avaliam.

Eles defendem que a comunidade a qual pertencem busque suas próprias liberdades individuais sem a necessidade de fazer parte de uma bandeira. “Nós não somos ativistas da comunidade LGBT, nunca precisamos disso para saber nosso valor. Quem precisa de narrativa além dessa é fracassado”, declaram em uma postagem nas redes sociais. 

Para eles, o que começou como uma luta por direitos hoje é pautada em narrativas de levantar bandeiras e narrativas: “A esquerda veio para atrapalhar os movimentos sociais”.

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