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Geddel descarta compensações ao MDB e manda recado a Jerônimo e Otto Alencar: "A vice é nossa"

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Geddel Vieira Lima destaca a lealdade do MDB e afirma que não há interesse em negociar a vice com o PSD  |   Bnews - Divulgação BNEWS
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 07/02/2026, às 19h42 - Atualizado às 19h51



O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) refutou, em entrevista ao blog Políticos do Sul da Bahia, a informação que o MDB pode perder a vice para o PSD. Geddel foi contundente e disse que a posição do partido é clara: "Nós não vamos negociar”.

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A vice é nossa, nós conquistamos nas urnas. Então, a posição minha e o do MDB enquanto partido, que, às vezes, eu vocalizo com autorização de todos, está exposta nas publicações, nas redes sociais, em entrevistas que foram dadas, e já foi colocado honestamente, diretamente, francamente e claramente, como sempre faço as coisas ao governador [Jerônimo Rodrigues] e ao Otto Alencar”, afirmou.

“Nós não sentaremos à mesa para negociar a vice e não estamos querendo compensação. Se engana quem pensa que estamos querendo fortalecer chapa de deputados estadual, federal, que queremos mais espaço no governo, boquinha em tribunal, não”, continuou Geddel, destacando que Geraldo Júnior e o MDB têm sido extremamente leais com Jerônimo. O ex-ministro também comentou a hipótese de sua posição não vingar.

Podem violentar, cometerem um estupro político, podem. 'Ah e aí, vocês vão fazer o quê?' Eu não especulo. Na hora que fizerem, o MDB então se manifestará. Você me pergunta: ' E vão fazer?' Eu creio que não! Eu não estou tratando com a molecagem. Estou tratando com gente séria", disse. 

Geddel reiterou que ofereceu, antes do anúncio da saída de Angelo Coronel da base governista, a vaga de vice ao deputado Diego Coronel (PSD) como um "gesto de grandeza" para manter a unidade do grupo e não perder o apoio do senador. Mas, a proposta não teria sido aceita, na ocasião, por Coronel

A partir disso, Geddel acredita que não deve haver qualquer tipo de negociação para retirar do MDB a vaga de vice na chapa, ainda mais para o PSD, que, segundo o ex-ministro, já está bem contemplado no grupo. Ele lembrou também que o Avante já deve ganhar uma suplência de Rui Costa. 

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