Política

'A gente está defendendo a unidade do partido', afirma candidato a porta-voz nacional da Rede sobre divergências na sigla

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Após confusões em evento, Mokus fala sobre a necessidade de recuperar os valores da Rede e fortalecer a liderança plural  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 08/03/2025, às 15h28



O candidato a portal-voz nacional da Rede Sustentabilidade, Giovanni Mokus, terá como vice Iaraci Dias, atual porta-voz da sigla na Bahia. Giovanni comentou que a sua chapa é apoiada pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e irá concorrer na eleição interna do partido no mês de abril com outra chapa apoiada pela ex-senadora Heloísa Helena.

"A gente está vivendo hoje no partido um momento de renovação das suas direções. Então, tanto os municípios quanto os estados e a Nacional agora em abril vai se reunir para fazer a eleição da sua nova direção. Então, hoje, a gente fez aqui o lançamento da nossa chapa, né, em defesa dos princípios e valores da Rede, com o apoio da ministra Marina Silva, onde eu sou candidato a porta-voz junto com a Iaraci", explicou.
Ele também comentou sobre as divergências internas do partido e como superar as dificuldades após uma confusão ter sido registrada no auditório do Hotel Fiesta, no Itaigara, em Salvador, durante VI Conferência Estadual da Bahia envolvendo membros da oposição que reclamavam por não ter conseguido crachás de acesso para o evento.
"A gente tá defendendo a união e a unidade do partido em torno do seu princípios e valores. A gente não acredita que a política e a estrutura partidária tem que ser em torno de nomes ou projetos individuais. É um projeto coletivo. Então, a gente acredita que isso só vai dar certo se a gente recuperar os princípios e valores do partido e fazer essa unidade de liderança de forma plural, de forma consistente em torno disso, que é a ideia original da fundação do partido", disse.

Segundo o advogado da Rede estadual, Eduardo Café, uma liminar foi deferida na 7º Vara Cível de Salvador e suspendeu a plenária feita pelo "suposto porta-voz", Marcelo Carvalho, que estava liderando um movimento de oposição no evento.

" [A liminar] a qual suspendeu a suposta plenária feita pelo senhor Marcelo, que estava aqui hoje liderando o movimento ilegal. Então, seguinte, o que aconteceu aí fora, como uma suposta conferência paralela é ilegal e mais do que isso é crime de desobediência e este elo estadual não irá compactuar com crime nenhum, sobretudo de desobediência judicial. Então este é o primeiro informe e o segundo informe, como foi colocado aqui, estatutariamente, o senhor Marcelo também não cumpriu com a inscrição da chapa no artigo 23", afirmou Café.

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