Política

"A gente tem que se organizar com a nossa indignação", diz Silvio Humberto sobre atuação política

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O vereador de Salvador, Silvio Humberto (PSB), concedeu entrevista ao Se Liga Bocão nesta terça-feira (17)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Youtube
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 17/03/2026, às 19h36



O vereador de Salvador, Silvio Humberto (PSB), fez uma reflexão nesta terça-feira (17), durante participação no Se Liga Bocão, da Baiana FM, de por que ele ainda permanece na política mesmo diante de um cenário com tantos escândalos de corrupção a exemplo do mais em voga atualmente, do Banco Master. "Ai de nós se não fosse a política", disse o vereador.

"A política tem o seu jogo, e ai de nós se não fosse a política. As pessoas têm os seus feitos, têm os seus malfeitos e ainda tem que se fiscalizar [...] eu não me arrependo de ter entrado na política, muito pelo contrário, eu acho que essa escolha que eu fiz quando saí da sociedade civil e fui convidado para ser vereador pela cidade, é algo que me orgulha muito de poder ter contribuído para continuar mudando a vida das pessoas e acreditando que é possível, por meio da política, garantir justiça social, igualdade racial para valer, defender a democracia, porque essa é a ideia da transparência", disse Sílvio Humberto.

"As pessoas têm que contribuir com a política, têm que contribuir com essa visão que eu diria algo cívico, de se importar com um país mais justo, mais humano, enfrentar as desigualdades que existirem. Aqueles que, dizem assim, você não gosta? Quem gosta domina. Aí você mantém as famílias, mantém essa desigualdade duradoura, que você muda para tudo permanecer como está", salientou.

O socialista citou uma frase que leu durante a megaoperação contra o Comando Vermelho, no Rio de Janeiro, que deixou 122 mortos em conflito com as forças de segurança. "Aí eu vi em um carro escrito assim: 'Organize o seu ódio'. Mas assim, se você se organizar pelo ódio, você não prospera. Eu acho que a gente tem que se organizar com a nossa indignação. E a nossa indignação é insistir, porque a política é um processo. Se você desistir e transformar isso num evento, você foi e não deu certo e volta", comentou o vereador de Salvador.

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