Política

Gleisi Hoffmann reage após enviado especial de Trump chamar mulheres brasileiras de "raça maldita"

Vinícius Loures / Câmara dos Deputados
Ex-ministra apresentou dois requerimentos à Câmara de Deputados  |   Bnews - Divulgação Vinícius Loures / Câmara dos Deputados
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 27/04/2026, às 18h15



A ex-ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), apresentou dois requerimentos à Câmara dos Deputados contra o enviado especial para assuntos globais do presidente Donald Trump, Paolo Zampolli, após declarações ofensivas contra mulheres brasileiras. 

O requerimento foi encaminhado à casa legislativa nesta segunda-feira (27). Hoffmann protocolou um projeto de lei para declarar Paolo Zampolli como “persona non grata” em todo território nacional, além de um projeto de resolução com o mesmo objetivo no âmbito da Câmara. 

O projeto de lei prevê que o Poder Executivo adote providências para “impedir o ingresso, a permanência ou o exercício de atividade oficial de Zampolli no Brasil, com base na soberania nacional, na dignidade da pessoa humana, na igualdade e na Lei de Migração”. 

“As mulheres brasileiras não serão tratadas com desprezo por aliado de Trump, representante estrangeiro ou qualquer pessoa que ache que pode humilhar o Brasil impunemente. Relação diplomática exige respeito, reciprocidade e soberania”, afirmou a deputada federal.

Entenda a polêmica

Durante uma entrevista à emissora italiana Rai 3, Zampolli se referiu às mulheres brasileiras como “raça maldita”.

 “É uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais. Aquela vaca, eu estava com ela, transava com ela. Depois ela também ficou louca”,  disse o enviado especial em referência à ex-mulher, a modelo brasileira Amanda Ungaro. 

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