Política
O Rio de Janeiro pode ter duas eleições neste ano. Isso porquê o governador Cláudio Castro (PL) deve deixar o comando do estado em março para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro e o primeiro na linha sucessória apto a assumir o cargo é o presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Ricardo Couto de Castro, mas que, pela legislação, somente pode ocupar o posto temporariamente.
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E o vice-governador e o presidente da Assembleia Legislativa (ALERJ) que deveriam compor a lista de sucessão automática? O então vice, Thiago Pampolha, deixou o cargo em 2025 para se tornar conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, posto que é vitalício. Já o presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar (União), segundo na linha sucessória, cumpre prisão domiciliar após ser alvo de investigação e operação da Polícia Federal.
Desta forma, o presidente do TJ deve assumir o cargo e terá trinta dias para convocar eleições indiretas. Assim, a Assembleia Legislativa fluminense é quem escolhe o novo governador.
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Cláudio Castro filiou ao PL seu secretário estadual da Casa Civil, Nicola Miccione, nome de sua total confiança e que atualmente é favorito para concorrer nas eleições indiretas. Entretanto, outros nomes correm por fora e ainda tentam a viabilidade, como o deputado estadual Douglas Ruas (PL), o prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli (PL), e o líder do governo na Alerj, Rodrigo Amorim (União). Amorim, porém, vem passando por desgastes nos últimos dias, já que foi exposto na última semana de 2025 pelo ex-governador do Rio, Anthony Garotinho (Republicanos), que revelou que o deputado mantinha um caso extraconjugal com a também deputada estadual e influencer Sarah Poncio (Solidariedade).
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