Política

Governadores aliados a Jair Bolsonaro divergem após ex-presidente se tornar réu; entenda

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Enquanto alguns apoiadores se manifestaram nas redes sociais sobre a situação do ex-presidente, outros optaram pelo silêncio diante a decisão do Supremo  |   Bnews - Divulgação Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Publicado em 26/03/2025, às 20h08   Cadastrado por Carolina Papa



Governadores aliados a Jair Bolsonaro (PL) tiveram posicionamentos diferentes após o Supremo Tribunal Federal (STF) tornar o ex-presidente réu por tentativa de golpe de Estado. Enquanto uns usaram as redes sociais para comentar sobre a decisão, outros mantiveram o silêncio sobre o assunto.

No Instagram, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu a inocência do ex-mandatário, classificando Bolsonaro como “a maior liderança do país”. Jorginho Mello, governador de Santa Catarina, afirmou que o ex-presidente “merece estar nas urnas em 2026”.

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Na contramão, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL), optaram pelo silêncio diante do parecer do Supremo sobre Bolsonaro. Articuladores de Zema argumenta que a ausência diante de um posicionamento do governador é devido a morte do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD).

Apontados como possíveis candidatos à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União Brasil) e Ratinho Jr. (PSD), defenderam que o julgamento ocorra de forma “justa”.

“Acho que, por se tratar de um ex-presidente, o julgamento não poderia ser feito por uma turma, mas pelo plenário”, destacou Caiado.

“Que lhe seja garantido todo o trâmite legal, com direito à apresentação de testemunhas e ampla defesa”, pontuou Ratinho Jr. ao Metrópoles.

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