Política

Governo Lula não descarta aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica em resposta ao tarifaço

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Aplicação de medidas retaliatórias depende da implementação de um plano de ajuda aos setores afetados pelo tarifaço  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram e Ricardo Stuckert
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 07/08/2025, às 08h42 - Atualizado às 08h43



O governo Lula não descartou a aplicação em um segundo momento da Lei de Reciprocidade Econômica contra o tarifaço dos Estados Unidos, no entanto, ainda não há um consenso sobre isso. A legislação permite que o Brasil possa retaliar países que adotem medidas prejudiciais ao país. 

Segundo a jornalista Vera Magalhães de O Globo, essas medidas, se aplicadas, só serão adotadas após entrar em vigor o plano de ajuda aos setores prejudicados pelo tarifaço. Uma Medida Provisória (MP) deve estabelecer as faixas e as condições para as linhas de crédito subsidiado que serão oferecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está cético quanto a um acordo com os Estados Unidos, chegou a mencionar em uma reunião, na última terça-feira (5),  a quebra de patentes de medicamentos de empresas norte-americanas, no entanto, a ideia não vingou. A extensão do Reintegra, programa do governo para incentivar a exportação de produtos manufaturados, para quem exporta para os Estados Unidos é outra medida estudada. 

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