Política
Publicado em 12/05/2025, às 10h25 Cadastrado por Daniel Serrano
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a atuação da Controladoria-Geral da União (CGU) nas investigações sobre os descontos irregulares em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
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Em entrevista ao portal Uol, Haddad disse que a CGU agiu corretamente ao entregar o caso para a Polícia Federal (PF) e garante que o governo não demorou para agir no caso.
“No caso, entendo que o controlador agiu corretamente ao entregar o caso para a Polícia Federal, porque a PF tem experiência necessária para saber qual o procedimento ao adotar para pegar todo mundo”, disse Haddad.
“Eu não estou aqui querendo julgar porque confio muito no trabalho da CGU, conheço o ministro Vinícius [Carvalho], a sua alta capacidade e confio muito na PF, que tem feito um excelente trabalho no Brasil”, emendou.
A posição de Haddad contrasta com a do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Em entrevista ao jornal O Globo, o ex-governador da Bahia disse que o governo poderia ter agido mais cedo e ter evitado que o caso afetasse a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Ao fim e ao cabo, nós deixamos passar dois anos, período no qual mais pessoas foram lesadas, para poder corrigir o problema? O papel da Polícia Federal não é mesmo o de avisar nada a ninguém, é apurar ato criminoso. Ela está no papel dela, correto, sem reparo. Agora, a função de qualquer Controladoria é preventiva e não corretiva ou punitiva”, disse Rui Costa.
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