Política
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (11) que a decisão dos Estados Unidos em taxar as importações de aço e alumínio não é direcionada ao Brasil.
Anunciada pelo presidente Donald Trump no domingo (9), a medida foi formalmente assinada na segunda (10/2), mas só entra em vigor em março. A decisão pode prejudicar a indústria brasileira, uma das principais exportadoras de aço para os EUA. O Brasil também é um relevante fornecedor de alumínio para o país, mas o maior impacto é no setor siderúrgico.
“Estamos acompanhando, primeiro sabendo a minúcia da decisão, segundo observando quais as implicações que isso vai ter, porque não é uma decisão contra o Brasil, é uma coisa genérica para todo mundo. Observamos as relações do México, do Canadá, da China, esse respeito”, disse Haddad.
Haddad ainda afirmou que medidas unilaterais desse tipo são contra a produção e crescimento da economia global.
“A avaliação é de que medidas unilaterais desse tipo são contraprodutivas para a melhoria da economia global, a economia global perde com isso, com essa retração, com essa desglobalização que está acontecendo”, disse.
Sobre uma possível negociação com o governo americano, Haddad disse ainda não saber, mas citou revisão de uma medida similar em 2018, na primeira gestão Trump, e citou a atuação do Itamaraty.
“Eu não sei qual a disposição do governo americano nesse momento de negociar, até porque em 2018, se eu não estou enganado, aconteceu de uma sobretaxa ser imposta e depois houve um recuo pouco tempo depois.”
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