Política
por Carolina Papa e Henrique Brinco
Publicado em 06/08/2025, às 17h06 - Atualizado às 17h23
O vereador Hamilton Assis (PSOL) defendeu o diálogo com os colegas de Câmara após ser oficialmente notificado pelo corregedor da Casa, Alexandre Aleluia (PL), sobre a representação que o acusa de quebra de decoro parlamentar.
O vereador minimizou possíveis retaliações e disse que foi bem recebido por colegas durante as atividades legislativas desta semana. “Eu acompanhei ontem, por exemplo, o colegiado de líderes, sem problema algum. Conversei com vários vereadores presentes no ato. Não senti nenhuma hostilidade mais direta, pelo menos daqueles com quem eu conversei. Inclusive, suscitei para alguns o interesse de conversar sobre o processo de cassação, sobre a representação do processo de cassação. Alguns se mantiveram abertos e eu vou fazer diálogo com todos eles”, afirmou.
Após receber o documento, Assis terá 15 dias para apresentar sua defesa. Em seguida, o corregedor deve encaminhar o caso ao Conselho de Ética da Casa, que julgará o mérito da representação. A denúncia foi motivada pela participação do parlamentar na ocupação do Centro Cultural da Câmara, em maio deste ano, e partiu de um cidadão comum, Pedro Ivo Cortes, após articulação de aliados do prefeito Bruno Reis (União).
Hamilton também reforçou que não há animosidade pessoal com os integrantes da Casa, mas sim um embate de ideias. “Nossos problemas são as ideias delas, então eu não tenho nada pessoal contra nenhum desses vereadores daqui, não tenho nada de vereador, não tenho nada pessoal contra a mesa da Câmara, de certa forma. Aqui é um espaço democrático, então eu tenho uma forma contundente de colocar as minhas ideias, expressá-las publicamente”, declarou.
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