Política

Hilton Coelho contesta representação de vereadores e critica postura da Câmara de Salvador

Anderson Ramos/Bnews
Segundo Hilton Coelho, a invasão da Câmara Municipal foi um ato de extrema violência que poderia ter sido pior  |   Bnews - Divulgação Anderson Ramos/Bnews

Publicado em 27/05/2025, às 17h32 - Atualizado às 17h34   Anderson Ramos e Héber Araújo



O deputado Hilton Coelho (PSOL) minimizou o movimento de vereadores de Salvador que acusaram o deputado de “atentado à democracia”. Os parlamentares entregaram, nesta terça-feira (27), uma representação contra o parlamentar, o acusando de liderar a invasão na Câmara Municipal de Salvador (CMS).

O psolista se defendeu da acusação e afirmou que o ocorrido foi um ato de violência que poderia ter sido pior sem a presença de um parlamentar ali, além disso, sua presença buscou proteger os manifestantes.

“Não fizemos mais do que a nossa obrigação, como temos feito sempre de um deputado que não está alheio às lutas sociais. Pelo contrário, nós temos um compromisso com as lutas sociais porque elas levam as bandeiras mais legitimas. Mas nesse caso por exemplo o respeito a uma lei que nacional do piso nacional do magistério que está sendo rasgada”, declarou.

O deputado ainda criticou a atitude da Câmara Municipal de fechar as portas da “Casa do povo” para o povo, ainda votando um projeto criticado e rejeitado pelos professores e servidores públicos de forma escondida. Hilton também criticou o prefeito Bruno Reis, apontando um “péssimo comportamento”, por parte do prefeito para resolver o problema da greve e do reajuste municipal.

Coelho ainda desafiou aos vereadores comprovarem a veracidades das acusações dos atos de violência de que está sendo acusado. Para o deputado, qualquer processo de cassação ou representação feita contra ele na Assembleia Legislativa da Bahia será feita com provas forjadas.

“Porquê da minha atitude quanto deputada, nada mais fiz do que acompanhar o processo e a todo momento pedir calma, inclusive, calma o tempo todo, porque as professoras estavam sendo muito agredidas”, frisou.

“Desafio quem consiga apresentar qualquer elemento, se não, como eu disse, do acompanhamento do nosso mandato, ao que estava acontecendo naquela casa tão triste da democracia na cidade de Salvador”, completou.

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