Política

Câmara de Salvador rebate versão da oposição sobre invasão de sindicalistas: "Existe limite"

Devid Santana / BNews
Câmara de Salvador repudiou os ocorridos; Carlos Muniz também se posicionou  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Maycol Douglas

por Maycol Douglas

maycol.douglas@bnews.com.br

Publicado em 27/05/2025, às 15h32



Depois dos episódios da última quinta-feira (22), em que sindicalistas invadiram a Câmara Municipal de Salvador durante sessão extraordinária que votaria o projeto de reajuste dos servidores, a Casa da capital baiana emitiu um comunicado repudiando o ocorrido.

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Em nota, a Câmara afirmou que defende a democraria e que as portas Centro de Cultura, onde ocorrem atualmente as votações do plenário, estavam abertas, mas existe um limite de pessoas no interior do local.

"Ocorre que existe um limite de público nas dependências do Auditório do Centro de Cultura e não foi mais possível a admissão de mais cidadãos após esse limite ter sido atingido", consta no comunicado.

O presidente da câmara, Carlos Muniz enfatizou que "os vereadores são servidores e representantes do povo de Salvador. E temos diversos espaços democráticos para a sociedade civil organizada se manifestar, como a Tribuna Popular, a Ouvidoria da Casa, e audiências públicas, por exemplo".

A oposição e sindicalistas refutam essa versão. De acordo com eles, o auditório foi ocupado logo cedo por prepostos do prefeito Bruno Reis (União Brasil) justamente para evitar que os militantes pudessem atrapalhar a tramitação da votação - que acabou acontecendo a portas fechadas.

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