Política

Presença de Janja na abertura das Olimpíadas de Paris provoca corre-corre nos bastidores; entenda

Ricardo Stuckert/PT
Presidente Lula afirmou, na última semana, que não comparecerá à cerimônia em Paris, e indicou a presença de Janja  |   Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert/PT

Publicado em 16/07/2024, às 21h22 - Atualizado às 22h02   Victória Valentina



A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, será a representante do Brasil na abertura das Olimpíadas de Paris, no próximo dia 26 de julho. O Comitê Olímpico Internacional (COI) e o presidente da França, Emmanuel Macron, haviam feito o convite para o presidente Lula (PT), que alegou ter compromissos em solo brasileiro.

"O Fufuca [André Fufuca, ministro do Esporte] vai como chefe do esporte brasileiro. Como eu sou convidado pelo Macron, eu resolvi dizer que a Janja vai porque eu tenho muita coisa para fazer no Brasil, não posso ir", disse o presidente na última quinta-feira (11), em solenidade com atletas olímpicos e paraolímpicos no Palácio do Planalto.

Segundo reportagem do site O Globo, a substituição de Lula por Janja, comunicada a apenas 15 dias do início do evento, provocou provocou um corre-corre no governo para providenciar o credenciamento da primeira-dama.

Uma vez que Janja não ocupa alto cargo público, ela não poderia usar a credencial que seria dada ao presidente. Porém, tudo indica que a questão será resolvida em breve e que ela marcará presença na abertura.

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