Política
por Daniel Serrano
Publicado em 14/06/2024, às 10h33 - Atualizado às 10h33
O senador Jaques Wagner (PT) não poupou críticas, nesta sexta-feira 914), ao projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Aprovado em regime de urgência, o pl prevê aumento de dez para 20 anos como pena máxima para quem realizar o procedimento.
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Em entrevista coletiva durante a assinatura da ordem de serviço para o início das obras do VLT de Salvador, Wagner acusou os parlamentares ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de querer usar o projeto para “criar um escândalo mentiroso” e faturar politicamente com assuntos delicados.
"É bom alertar a população que algumas dessas pautas do Congresso que são trazidas pelo grupo vinculado ao ex-presidente da República tem muito mais a função de criar um escândalo mentiroso pra tentar fazer a luta política em cima de temas que são muito caros. Esse tema, por exemplo, eu pessoalmente entendo que é um tema de consciência e de espiritualidade de cada um”, disse Wagner.
“Agora, tem duas coisas lá. Tem uma coisa de querer comparar [o aborto] ao de crime de homicídio. Eu acho que essa é uma mistura de filosofia e espiritualidade com política. Não é uma mistura boa. Segundo que tá se dizendo que uma jovem que foi estuprada é obrigada a fazer a aceitação. Na cabeça de quem que entra isso? Na cabeça de quem que quer criar escândalo mentiroso virtual para fazer fatura política. Eu espero que o povo desperte para isso”, acrescentou.
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